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Risco de recrutas dos Comandos “não era urgente”

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“Pelas 19h00, o médico Miguel Domingues foi até ao refeitório informar-me de que havia necessidade de evacuar dois instruendos. Disse que era um caso emergente e não urgente.” O testemunho foi esta quarta-feira prestado em tribunal pelo capitão Rui Monteiro, comandante de companhia do 127º curso dos Comandos. Quase três horas após a informação, foi declarado o óbito do furriel Hugo Abreu no campo de tiro de Alcochete. Uma semana depois morreu Dylan da Silva. São 19 os Comandos que respondem pela morte dos dois instruendos, em 2016, por golpes de calor. Na sala de audiências, o capitão confirmou ainda que não viu o médico no momento em que eram feitas manobras de reanimação a Hugo Abreu. A acusação fala ainda em agressões e racionamento de água, perante temperaturas a rondar os 40 graus. “Não vi maus-tratos nem ninguém a ser atirado para as silvas”, disse o capitão Monteiro. E referiu ainda que foi ele que transmitiu que o número de cantis disponíveis ao longo do dia para os instruendos ia subir de três para cinco.

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El Pais de España

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